Mega Diário Cuiabá · Sexta-feira, 6 de novembro de 2026
CASOS EXTRAORDINÁRIOS

Mulher dada como morta recupera sinais vitais e é transferida de urgência para a UTI em cenário impressionante; Veja vídeo.

Mulher dada como morta recupera sinais vitais e é transferida de urgência para a UTI em cenário impressionante; Veja víde.

Um caso de repercussão surpreendente e contornos médicos extraordinários veio à tona com o registro em vídeo do momento exato em que uma paciente, previamente declarada falecida por equipe médica, recobra os sinais vitais e é encaminhada às pressas para a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) sob forte comoção de familiares e profissionais de saúde.

Uma mulher de 51 anos surpreendeu familiares e funcionários de uma funerária ao abrir os olhos e apresentar sinais vitais durante os preparativos para sua despedida. O caso aconteceu nesta quinta-feira (5), em Pedro Juan Caballero, no Paraguai. 

O episódio e a transferência para a UTI

De acordo com as imagens e relatos que circulam sobre a ocorrência, a paciente foi reintroduzida ao circuito de atendimento de alta complexidade após dar sinais inesperados de vida no momento em que os procedimentos fúnebres ou de transição para o necrotério seriam iniciados. No registro audiovisual, a mulher aparece sendo conduzida por corredores hospitalares em direção à UTI, guarnecida por médicos e acompanhada por parentes perplexos com a reviravolta clínica.

Especialistas apontam que situações dessa natureza, embora extremamente raras, costumam estar associadas a quadros de morte aparente, catalepsia severa, letargia extrema ou quadros de parada cardiorrespiratória prolongada seguidos de um fenômeno espontâneo de retomada da atividade cardíaca e cerebral conhecido informalmente na medicina de emergência como síndrome de Lázaro (ou autorreanimação após o cessar das manobras de ressuscitação).

Protocolos médicos em xeque

O episódio reacende o debate científico sobre os critérios de rigor absoluto na constatação de óbito, especialmente em ambientes de urgência onde o eletrocardiograma e a ausência de reflexos primários podem, em margens mínimas de erro, mascarar funções vitais residuais extremamente lentas.

Enquanto a paciente permanece sob monitoramento intensivo com prognóstico reservado, equipes médicas investigam os fatores fisiológicos que permitiram a retomada espontânea da circulação sanguínea e da atividade neurológica após o diagnóstico inicial de morte clínica.

Veja vídeo:

https://www.instagram.com/reel/DfaKw0cEpvS/?utm_source=ig_web_copy_link&vrfl=MzRlODBiNWFlZA==&srtk=MzRlODBiNWFlZA==

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